Setor de Eventos inova para não fechar. ES terá protocolos, no Risco Baixo, para Eventos Sociais

Segundo a Abrafesta, Associação Brasileira de Eventos Sociais, antes da pandemia, o segmento movimentava R$ 250 bilhões por ano. Com a crise trazida pelo novo coronavírus, 57% das empresas do setor fecharam as portas.

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Para driblar as estatísticas, um buffet infantil de SP transformou o estacionamento em salão de festas drive-in. Os carros são enfileirados no espaço aberto e todos os motoristas passam por medição de temperatura na entrada. Um kit higienização também é dado na recepção. Os alimentos ficam em uma bandeja suspensa na janela do veículo.

O entretenimento dos convidados pode ser um filme exibido em telão, com o áudio transmitido direto no rádio do veículo, ou um show de mágica ao vivo. O profissional e sua assistente usam máscaras e se aproximam dos carros para exibir os truques.

Apesar do faturamento estar longe do pré-pandemia, o empresário do local estima um retorno de quase 50% de montante com a adaptação.

O Governo do Estado prometeu anunciar na próxima semana quais serão os protocolos que deverão ser adotados pelos municípios de risco baixo para a transmissão do novo coronavírus na realização dos eventos sociais, suspensos desde o início da pandemia.

De acordo com o governador Renato Casagrande, que se pronunciou sobre este e outros temas nesta sexta-feira (4), o assunto será discutido no decorrer da semana que vai começar. “Sei que tem muita gente perguntando sobre eventos sociais. Para municípios de risco baixo, vamos discutir protocolos para alguns eventos com número limitado de pessoas. Também queremos permitir, como permitimos o retorno dos eventos técnicos e corporativos, com distanciamento, os eventos sociais”

Casagrande frisou que até a próxima sexta-feira (11) vai apresentar as possibilidades, que devem contar com muitas restrições. Ele afirmou que tem conhecimento de que o setor “está em uma situação de paralisação e estagnação desde o início da pandemia”, e garantiu que, com cautela, vai instaurar protocolos para que as flexibilizações aconteçam com “passos seguros”.

Fonte: CNN e A Gazeta